Perguntas mais frequentes
Inclusão de dependente
O beneficiário deverá formalizar o pedido através do seu corretor ou diretamente na Você Clube.

PRAZO

A inclusão deverá ser protocolada na Você Clube até o fechamento de movimentações cadastrais constante em cláusula na Proposta de Adesão.

No caso de Recém-Nascido e/ou Recém-Casado a inclusão sem carência precisa ser protocolada na Você Clube em tempo hábil para entrega na Operadora dentro do prazo de 30 dias a contar a data do evento (data de nascimento/data de casamento).

Alteração cadastral
A solicitação deverá ser formalizada através de carta registrada ou e-mail e deverá conter nome do titular, CPF do titular e os dados a serem alterados.
Cancelamento e/ou exclusão de dependente
A solicitação deverá ser formalizada através de carta registrada ou e-mail e deverá conter nome do titular, CPF do titular e o pedido (cancelamento do grupo familiar ou nome do dependente a ser excluso).

PRAZO

O cancelamento e/ou exclusão de dependente deverá ser protocolado na Você Clube até o fechamento de movimentações cadastrais constante em cláusula na Proposta de Adesão.

Meu e-mail foi recepcionado?
Para todos os e-mails, se recepcionados, será encaminhada uma confirmação.
Minha correspondência ou fax foi recepcionado?
O beneficiário será contatado para confirmação do recebimento da correspondência ou fax.
2ª via de boleto e Extrato para Simples Conferência
Para 2ª via de boleto, basta acessar a página principal do site da Você Clube, clicar em Serviços Online, logar com o seu login e senha, e ter acesso ao boleto online.

Para 2ª via de Extrato para Simples Conferência, a solicitação deve ser feita para a Você Clube via telefone ou e-mail.

Importante: O boleto online ficará disponível até a data de vencimento. Após esta data, contatar a Você Clube via telefone ou e-mail.

2ª via de Demonstrativo de Pagamentos
2ª via de demonstrativo de pagamentos deverá ser solicitado para a Você Clube via telefone ou e-mail.
2ª via de carteirinha
2ª via de carteirinha deverá ser solicitada na Central de Atendimento de sua Operadora ou na Você Clube via telefone ou e-mail.
Reembolso
Para obter esse serviço, é necessário apresentar os recibos ou notas fiscais quitadas, nas vias originais, com algumas especificações, conforme o tipo de serviço utilizado. Em resumo, os documentos básicos são:

  • Nome completo do beneficiário, conforme cartão de identificação da operadora;
  • Nome completo do paciente atendido;
  • Nome completo do médico, CRM, CPF, especialidade médica, endereço completo e telefone;
  • Valor do recibo;
  • Valor por extenso, nome e data do procedimento realizado;
  • Diagnóstico ou CID;
  • Data do pagamento;
  • Carimbo sob a assinatura do médico, com o nome completo e o número de inscrição no Conselho Regional de Medicina (CRM);
  • Todos os itens do recibo de pessoa física, exceto o CPF;
  • Nome completo da pessoa jurídica, CNPJ, endereço completo e telefone;
  • Procedimentos discriminados pelo prestador, com valores individualizados.

Em caso de nota fiscal, deve constar carimbo ou declaração de PAGO.

ENDEREÇO: O endereço para envio do recibo deve ser o da sua Operadora.
ACOMPANHAMENTO: O acompanhamento do pedido de reembolso pode ser feito através do site ou Central de Atendimento de sua Operadora.

Obs: O reembolso ocorre de acordo com o plano contratado e condições da Operadora

Informações sobre rede referenciada
A rede referenciada está disponível no site ou na Central de Atendimento de sua Operadora.

logo_intermedicalogo_notredamelogo_interodontologo_medisanitas
logo_unimedpaulistanalogo_unimed

Canais de Atendimento
ENDEREÇO
Você Clube de Benefícios
Rua Dom José de Barros, Nº 264, 5º Andar – Centro
São Paulo / SP – CEP: 01038-904

TELEFONE:
11 3188 7310

E-MAIL
atendimento@voceclube.com.br

Atendimento de Segunda a Sexta-feira, das 8h30 às 17h30.

Reajuste
As regras de reajuste dos planos coletivos por adesão são as mesmas dos contratos individuais?
Não. Enquanto os contratos individuais de assistência à saúde possuem regras e limites de reajustes impostos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, os contratos de assistência à saúde coletivos por adesão – regulamentados através da Resolução Normativa n.º 195 da Agência Nacional de Saúde – não possuem uma limitação quanto ao índice de reajuste, mas tão somente quando à periodicidade. Significa dizer que os contratos de assistência à saúde coletivos por adesão somente podem ter 02 tipos de aumentos, quais sejam, aumento anual sempre no aniversário do contrato firmado pelo Estipulante junto à Operadora, ou quando da mudança da faixa etária, e estando a apuração do reajuste adstrito as regras contratuais.
Os contratos coletivos por adesão podem então ter aumentos sem limitação do índice?
Não é verdade. Os contratos coletivos por adesão por envolverem uma reunião de várias pessoas num mesmo contrato, ou seja, pessoas que não obstante pagarem um custo por faixa etária contribuem com o custeio de todos os gastos do grupo assistido, não possuem reajustes limitados pela ANS porque muitas vezes é necessário, no aniversário do contrato, uma readequação para manter o equilíbrio econômico-financeiro da carteira de beneficiários e a qualidade dos serviços prestados. Em outras palavras, no contrato coletivo por adesão, o índice de reajuste visa resguardar um equilíbrio entre receitas x despesas e correção dos custos médicos e hospitalares de um grupo grande de pessoas atreladas a um mesmo tipo de contrato, podendo ocorrer do índice de reajuste ser maior que aquele para os planos individuais, mas mantém ser menor.
Como é apurado o índice de reajuste financeiro dos contratos de assistência à saúde coletivos por adesão?
Ao final do período de 12 meses a Operadora apresenta ao Estipulante um levantamento que basicamente consiste em apresentar a variação/aumento dos custos médicos e hospitalares do período e a sinistralidade apurada. A composição destes dois elementos, variação de custos e sinistralidade, são balizadores para o cálculo do reajuste quando confrontados com a receita auferida em todo o grupo assistido. Se existe um valor de receita menor que o valor de gastos ocorre um desequilíbrio passível de composição através do reajuste anual.
A variação dos custos médicos e hospitalares é o mesmo que inflação? O que significa a sinistralidade apurada?
A variação/aumento dos custos médicos e hospitalares representa o quanto ocorreu de aumento no valor dos serviços médicos/clínicos e hospitalares dentro de um período, tanto pelo aumento da inflação, como também pela evolução dos tratamentos médicos e clínicos, já que esta evolução – que representa diagnósticos e tratamentos mais rápidos e eficazes – representa aumento do custo do mesmo tratamento. A sinistralidade apurada significa a relação entre receita x despesas dentro de um contrato de assistência à saúde. Todo contrato de assistência à saúde possui um balizador para que a relação entre receitas e despesas garanta equilíbrio contratual entre Usuários e Operadoras. Quando este balizador é excedido é colocado em risco a própria continuidade do contrato, devendo ocorrer um reajuste afim de evitar tal acontecimento, e para que a continuidade do atendimento dos Usuários seja garantida por uma relação equitativa entre o que se recebe e o que se paga dentro do contrato.
O índice de reajuste então é uma soma entre a variação dos custos médicos e hospitalares e sinistralidade?
Sim, o índice de reajuste busca garantir o equilíbrio contratual analisado as 02 questões apontadas, e garantir assim que os próximos 12 meses contratuais estejam minimamente garantidos pelo valor das mensalidades então corrigidas.
Observamos, no entanto, que embora tais índices decorram de regras contratuais, devidamente permitidas pela ANS, tanto o Estipulante como a Você Clube, administradora de benefícios, buscam meios de negociar estes percentuais em cifras suportáveis e ao mesmo tempo passíveis de garantir a continuidade dos benefícios.
Após a negociação do reajuste a Operadora depende da alguma autorização ou validação por parte da ANS para aplicar o reajuste anual aos contratos de assistência à saúde coletivos por adesão?
Como já dito a ANS não regula o índice de aumento dos contratos coletivos por adesão, exigindo tão somente que as Operadoras, em até 30(trinta) dias após a aplicação do reajuste, lhe informe tal índice.
Em algum momento a ANS limitou o índice de reajuste dos contratos coletivos por adesão?
Não, conforme já indicado a ANS não limita o aumento anual dos contratos de assistência à saúde coletivos por adesão.
Aderi a um plano de saúde coletivo recentemente há menos de 01 ano. Eu e meus dependentes nestes período tivemos poucas utilizações, apenas consultas de rotina. Mesmo assim o reajuste deve ser aplicado a todos os Usuários de forma igual?
Nos termos da Resolução Normativa n.º 195 da ANS, os contratos coletivos por adesão somente podem ter aumentos quando da mudança de faixa etária, ou anualmente no aniversário do contrato firmado entre Estipulante e Operadora, razão pela qual independente da data de adesão do Usuário o mesmo deve ter o aumento anual junto a todos os demais Usuários.

E, não obstante cada Usuário pagar uma mensalidade referente à sua faixa etária, todos os Usuários compõem a cobertura assistencial pretendida pelo benefício saúde coletivo por adesão, razão pela qual, e independente do número de utilizações vistas de forma isolada, todos respondem anualmente pelas benesses e ou pelo equilíbrio financeiro do contrato pelo próprio conceito da contratação coletiva.

Se após o aumento anual eu tenha mudança de faixa etária dentro daquelas instituídas pela ANS, mesmo que antes do próximo reajuste, ainda sim terei novo reajuste?
Sim. A mudança de faixa etária ou aumento anual não exclui a aplicação de um ou outro. A única exceção fica para os Usuários com mais de 59 anos que passam a ter somente aumentos anuais, ou seja, aplicados a todos os demais Usuários independente da idade que possuem, e que serve para resguardar o equilíbrio financeiro do contrato.
O aumento anual significa reajuste dos índices de reembolso pelos mesmos percentuais?
Não necessariamente. Como já indicado a apuração e negociação do reajuste anual busca garantir o equilíbrio econômico-financeiro do contrato coletivo e manter a continuidade do contrato. O reembolso, por tratar-se de uma modalidade de livre escolha, fora do atendimento prestado pele Rede Referenciada e ou Credenciada da Operadora, podem ou não ser reajustados pelo mesmo percentual.
Portabilidade
O que é portabilidade?
É o direito de mudar de plano de saúde, em tipo compatível, observado o prazo de permanência, contratação essa na qual o beneficiário estará dispensado do cumprimento de novos períodos de carências e cobertura parcial temporária (CPT).
Quem pode solicitar a portabilidade?
Beneficiários de planos individuais, familiares e coletivos por adesão que foram contratados após 01/01/1999 ou adaptados à Lei nº 9656/98.
Qual o prazo para o exercício da portabilidade?
O beneficiário possui 4 (quatro) meses, contados a partir do 1º (primeiro) dia do mês de aniversario de seu contrato até o ultimo dia útil do 3º (terceiro) mês subsquente, para solicitar a portabilidade.

Importante: A operadora de origem deve comunicar todos os beneficiários a data inicial e final para o exercício da portabilidade com 30 dias de antecedência.

Como o beneficiário deve proceder para trocar de plano de saúde sem cumprir novas carências e/ou CPT?
Para que o beneficiário possa trocar de plano de saúde sem cumprir novas carências e/ou CPT:

  1. Verificar se possui o direito à portabilidade de carências;
  2. Consultar o Guia ANS de Planos de Saúde, disponível no site da própria ANS (www.ans.gov.br), para identificar os planos compatíveis para fins de portabilidade;
  3. Contatar a Central de Atendimento da sua operadora pretendida, a qual deverá fornecer ao beneficiário um numero de protocolo referente a esse atendimento;
  4. Providenciar os documentos necessários para solicitar a portabilidade e agendar a data e o local com a Operadora pretendida para realizar a entrega dos documentos, preenchimento e assinatura da Proposta de Adesão;
  5. A análise da solicitação de portabilidade deve ser feita no prazo de 20 dias e, até que ocorra a extinção do vinculo com o plano de origem, o beneficiário deve efetuar o pagamento da contraprestação pecuniária, adotando-se cobrança pró-rata.
Documentos necessários para solicitar a portabilidade
  1. Relatório de planos em tipo compatível (Guia ANS de Planos de Saúde);
  2. Cópia dos comprovantes de pagamentos dos 3 (três) últimos boletos vencidos ou declaração da Pessoa Jurídica contratante comprovando o adimplemento do beneficiário nos 3 (três) últimos vencimentos, quando for o caso, ou qualquer outro documento hábil à comprovação da adimplência;
  3. Documento que comprove o prazo de permanência, no plano de origem, de no mínimo 2 (dois) anos ou 3 (três) anos caso o beneficiário tenha cumprido cobertura parcial temporária (CPT).
    A partir da segunda portabilidade, o beneficiário deve possuir pelo menos 1 (um) ano no plano de origem devidamente comprovado.
  4. Caso o plano de destino seja coletivo por adesão, anexar copia do comprovante de vinculo com a Pessoa Jurídica contratante;
  5. Poderão ainda ser solicitados outros documentos estabelecidos, tanto pela ANS, conforme legislação vigente, quanto pela Você Clube.

/ IMPORTANTE: Sendo o plano de origem do beneficiário coletivo por adesão, recomenda-se que, ao final do processo, o beneficiário entre em contato com a administradora do plano de origem para informá-la que exerceu portabilidade de carências, apontando a data de inicio da vigência do contrato, que será a mesma data de rescisão do contrato do plano de origem.